Sobre

Camila Piva

Atualmente moro em Santana de Parnaíba/SP, mas sou paulistana e morei na capital por 20 anos. Desde criança sempre me interessei pela escrita. Sempre fiquei a frente de projetos relacionados a criação de histórias, como peças teatrais da escola e construção de histórias em quadrinhos. Eu sempre me diverti com essas atividades.

Quando era criança, minha mãe comprou uma grande estante e, por decoração, comprou diversos títulos para preenche-la. Em casa meus pais não tinham o hábito de leitura, mas esse novo cantinho na minha casa despertou minha curiosidade e esse universo da literatura me encantou. As obras que enfeitavam a grande estante eram extremamente difíceis para minha tenra idade de 6 ou 7 anos, mas esse objeto livro já apresentava para mim uma nova forma de conhecer o mundo. Pedia para minha mãe me levar na biblioteca do bairro e foi assim, dividida entre a biblioteca da escola e da região que morava, que essa leitora se formava.

Desde então, essa vontade de ser escritora ficou latente dentro de mim. Gostava de inventar histórias e, antes mesmo de ser alfabetizada, brincava que os cadernos que tinha rabiscado eram contos que tinha escrito, por vezes memorizava o que havia criado e “lia” para quem estivesse disposto a ouvir. Aos 10 anos escrevi meu primeiro livro (e não foi uma faz de conta!) foi feita em papel sulfite e giz de cera. O título era “As aventuras do algodão doce” e contava a história de um algodão doce que se desprendeu de seu palito no parque. Como não foi comido, ele voou, voou e passou por diversas coisas, cenas e pessoas. No final da história, o pobre algodão estava todo sujo e ninguém queria comê-lo, mas o doce estava muito feliz por isso pois iria continuar suas grandes aventuras. Eu queria muito poder encontrar esse livrinho, mas acabou se perdendo.

Escrever me faz feliz, me faz me conhecer mais, responder perguntas e conhecer pessoas encantadoras. O meu escritório em casa é o meu local sagrado. É muito confortável, com diversos dos meus livros favoritos e um sofá para leitura. Gosto de me trancar ali, às vezes na companhia da minha gata, para escrever e ler meus autores favoritos.

Por falar neles, tenho vários que amo. Mas acho que a pessoa que mais me inspira na literatura é o escritor Paulo Coelho. Tenho uma gratidão imensa por ele. Li O Alquimista quando tinha 11 anos e dali pra frente meu jeito de ver as coisas mudou. Também sou fã de Herman Hesse, Douglas Adams, Julio Verne, J.K. Howling, Andre Vianco e Neil Gaiman. Todos possuem um lugar muito especial na minha vida.

A inspiração também vem de outras formas para mim. Eu sou uma investigadora da mente humana, estou sempre buscando formações, leituras sobre autoconhecimento, filosofia e atualmente estou me formando psicanalista.

Acredito que os livros são mágicos e ilimitados. Assim como nós mesmos. Temos a capacidade de construir nossa existência através das narrativas.